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Abastecimento é afetado por greve de tanqueiros em MG; corrida não é necessária - Babel FM

Abastecimento é afetado por greve de tanqueiros em MG; corrida não é necessária

Greve dos tanqueiros começou nesta quinta-feira (21). Eles reclamam do preço do diesel e querem redução do ICMS.

Alguns postos de gasolina de Minas Gerais já começaram a ter problemas de abastecimento nesta quinta-feira (21) por causa da greve dos motoristas de caminhões que transportam combustíveis, os chamados tanqueiros, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro).

“Com a paralisação, todas as regiões do estado estão sendo prejudicadas, impactando fortemente o abastecimento de Minas Gerais”, disse o Minaspetro em nota.

Porém, a entidade alertou que não há necessidade de uma corrida aos postos o que pode agravar a situação.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (SindTaque-MG), Irani Gomes, que representa os motoristas, 100% dos caminhoneiros estão parados.

A categoria reclama do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis no estado e os altos custos dos combustíveis da Petrobras.

O Minaspetro disse que entrou em contato com o governo de Minas Gerais e solicitou que as reivindicações dos caminhoneiros fossem atendidas. “O congelamento do preço de pauta conteria momentaneamente a escalada dos preços na bomba”, alegou o sindicato.

O que diz o governo de Minas

Leia a íntegra da nota:

“No último dia 13 de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que estabelece valor fixo para o ICMS dos combustíveis em todo o país. Todos os Estados da Federação e também o Distrito Federal já se posicionaram contrários à proposta que, se aprovada pelo Senado, vai representar uma perda de R$ 32 bilhões/ano em arrecadação. Somente em Minas Gerais, a perda estimada é de R$ 3,6 bilhões/ano. Essa redução também terá impacto direto nos cofres dos 853 municípios mineiros, uma vez que 25% (R$ 900 milhões) são destinados às prefeituras. Importante ressaltar que esses recursos são essenciais para o funcionamento dos serviços públicos necessários para toda a população.

Outro ponto a ser destacado é que os últimos reajustes nos valores dos combustíveis não se devem ao ICMS cobrado pelos estados, mas, sim, à política de preços adotada pela Petrobras”.

O que diz a Petrobras

A Petrobras disse que não há impacto às operações da companhia, em suas unidades operacionais.

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